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Eu tenho um presente para você!

Ei, mãe atípica!

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Quando a gente engravida, a gente não pensa no que pode ser. A gente pensa no básico, no que acontece de forma corriqueira com todas as pessoas que nos cercam, no que é típico. Ninguém imagina que vai gerar uma criança com deficiência. Então, quando eles chegam, é uma enorme surpresa.

 

“Maternidade Atípica” é a maneira como muitas pessoas se referem às mães de pessoas com deficiência. Ninguém escolhe ter um filho com deficiência – no meu caso, autista. Quem sabe, talvez eu tenha sido escolhida para tão desafiadora missão. Fato é que para tais perguntas não existem respostas, e cada uma de nós encara a vida após a maternidade de maneira individual e peculiar. Com o passar do tempo, a gente aprende a fazer menos perguntas e buscar alternativas para se tornar a melhor resposta que o nosso filho precisa ter. Pensando nisso, eu quero mostrar pra você que existe vida após o diagnóstico. Eu quero te mostrar que a maternidade atípica é como viajar por um caminho alternativo. E sim, ser mãe é padecer no paraíso!

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